A imagem mostra duas mulheres, provavelmente mãe e filha adultas, sentadas em um sofá marrom, envolvidas em uma conversa séria e atenta sobre fatores de risco de câncer de mama.

Fatores de risco câncer de mama: histórico familiar, hormônios e estilo de vida

Os artigos publicados neste Blog têm o intuito de educar e desmistificar crenças populares acerca do câncer de mama, assim como de todas as condições mamárias benignas e malignas que afetam a saúde da mulher. 

Ao longo do material, você pode encontrar termos populares que não correspondem aos termos médicos corretos. Recorremos a este recurso para facilitar a compreensão e o entendimento das condições mamárias e, assim, conscientizar a população sobre os cuidados necessários para a prevenção e tratamento dessas condições.

O câncer de mama é um dos cânceres que mais afetam mulheres no Brasil, mas grande parte dos casos pode ser evitada ou identificada precocemente. Conhecer os fatores de risco do câncer de mama é essencial para adotar medidas de prevenção.

A imagem mostra duas mulheres, provavelmente mãe e filha adultas, sentadas em um sofá marrom, envolvidas em uma conversa séria e atenta sobre fatores de risco de câncer de mama.

Os fatores de risco no câncer de mama ajudam a entender o motivo de algumas pessoas desenvolverem a doença, enquanto outras não. 

Embora não seja possível prever com exatidão quem terá câncer de mama, conhecer esses fatores permite adotar medidas de prevenção, fazer acompanhamento médico adequado e identificar sinais precocemente.

Continue a leitura e conheça os principais fatores de risco relacionados ao histórico familiar, ao uso de hormônios e ao estilo de vida.

Conteúdo baseado na prática clínica e na experiência científica do Dr. Felipe Andrade, mastologista especialista em prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças da mama

Histórico familiar e predisposição genética

Uma das condições que exige maior atenção entre os fatores de risco para câncer de mama é o componente hereditário. 

Mulheres que têm parentes de primeiro grau (mãe, irmã, filha) que já tiveram câncer de mama apresentam maior risco.

Os motivos incluem alterações genéticas herdadas, como as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que elevam consideravelmente a probabilidade de desenvolver a doença ao longo da vida.

Atenção:
Quem possui histórico familiar significativo pode precisar de acompanhamento diferenciado, com rastreamento mais precoce ou exames complementares.

Fatores hormonais que aumentam o risco

As oscilações hormonais ao longo da vida influenciam diretamente o desenvolvimento do câncer de mama. Entre os fatores relacionados a hormônios, destacam-se:

Menarca precoce e menopausa tardia

Quanto maior o tempo de exposição ao estrogênio, maior o risco. Por isso, mulheres que menstruam muito cedo ou entram na menopausa mais tarde apresentam probabilidade aumentada.

Terapia de reposição hormonal (TRH)

O uso prolongado de reposição hormonal combinada (estrogênio + progesterona) pode elevar o risco. A decisão de utilizar TRH deve ser individualizada e acompanhada de perto por profissionais especializados.

Pílula anticoncepcional

O uso de anticoncepcionais pode aumentar discretamente o risco, que volta a diminuir após alguns anos de suspensão das pílulas.

Estudos mostram que anticoncepcionais hormonais podem aumentar discretamente o risco de câncer de mama, especialmente quando utilizados por longos períodos.

Essas informações reforçam o papel dos hormônios entre os fatores de risco de câncer de mama, especialmente quando associados a histórico familiar e outros elementos clínicos.

Estilo de vida: hábitos que influenciam o risco

O estilo de vida tem grande impacto no desenvolvimento do câncer de mama, e boa parte desses fatores pode ser modificada. Entre os principais, destacam-se:

Sedentarismo

A ausência de atividade física regular favorece alterações hormonais e metabólicas que aumentam o risco. Exercícios moderados e frequentes ajudam na prevenção.

Consumo de álcool

O consumo de álcool é um dos maiores fatores de risco para câncer de mama. Quanto maior a quantidade ingerida, maior a ameaça. Reduzir ou evitar o consumo é uma medida eficaz de proteção.

Obesidade e excesso de gordura corporal

Principalmente após a menopausa, o tecido adiposo produz estrogênio, o que pode estimular o surgimento de tumores mamários. Manter peso adequado é essencial.

Alimentação inadequada

Dietas ricas em alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras podem aumentar inflamações no organismo e favorecer o desenvolvimento de doenças, incluindo o câncer de mama.

Esses fatores reforçam como o estilo de vida está diretamente ligado aos principais fatores de risco de câncer de mama.

Mulheres com mais de 40 anos: atenção redobrada

De acordo com o Ministério da Saúde, depois dos 40 anos, a idade passa a ser considerada um dos principais fatores de risco do câncer de mama.

Com o aumento da idade, cresce a incidência da doença, por isso, mulheres nessa faixa etária devem redobrar os cuidados com exames e prevenção.

O que fazer aos 40+

  • Manter exames regulares e acompanhamento ginecológico ou mastológico conforme orientação médica; 
  • Estar atenta a sinais suspeitos, como nódulos, alterações na pele ou no formato da mama, secreções e procurar avaliação imediata se algo parecer fora do normal.
  • Conversar com profissionais de saúde sobre a mamografia e a necessidade do rastreamento, considerando histórico pessoal ou familiar.

A importância do rastreamento e dos primeiros sinais

Reconhecer fatores de risco é o primeiro passo, mas também é fundamental saber identificar alterações suspeitas. 

A Clínica FEMA reforça que sinais como caroços, alterações na pele, secreções e mudanças no formato da mama precisam ser avaliados rapidamente.

Leia mais: 

Sintomas de câncer de mama

Além disso, a mamografia continua sendo o exame padrão-ouro para detectar o câncer de mama em estágios iniciais, aumentando muito as chances de cura.

Conhecer para prevenir

Entender os fatores de risco do câncer de mama, como histórico familiar, questões hormonais e hábitos de vida, permite que cada mulher cuide da própria saúde de forma mais consciente. 

Mudanças de hábito, acompanhamento profissional e atenção aos sinais do corpo são Cuide da sua saúde com quem entende profundamente do assunto.

O Dr. Felipe Andrade e a equipe da Clínica FEMA estão prontos para orientar, acompanhar e oferecer um diagnóstico seguro e acolhedor. 

A Clínica FEMA oferece atendimento completo para orientação, diagnóstico e acompanhamento, ajudando você a proteger sua saúde com informação, acolhimento e tecnologia.

Conheça melhor os tratamentos disponibilizados pela Clínica FEMA.

FAQ – Perguntas Frequentes sobre Fatores de Risco Câncer de Mama

Quais são os principais fatores de risco do câncer de mama?

Os principais fatores incluem histórico familiar, mutações genéticas, idade acima de 40 anos, uso de hormônios, obesidade, alcoolismo, sedentarismo e alimentação inadequada.

Ter casos de câncer de mama na família aumenta muito o risco?

Sim. Ter parentes de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com câncer de mama aumenta significativamente o risco, especialmente quando há mutações genéticas hereditárias.

A terapia de reposição hormonal aumenta o risco de câncer de mama?

A reposição hormonal combinada (estrogênio + progesterona), quando usada por longos períodos, está associada a um aumento no risco do câncer de mama. A indicação deve ser individualizada e acompanhada por um médico.

Anticoncepcional causa câncer de mama?

Anticoncepcionais hormonais podem aumentar discretamente o risco. Esse risco reduz após alguns anos da suspensão, mas deve ser avaliado caso a caso com um profissional de saúde.

Mulheres acima de 40 anos têm mais risco?

Sim. A idade é um fator de risco relevante. A partir dos 40 anos, a incidência do câncer de mama aumenta e o rastreamento se torna ainda mais importante.

O estilo de vida influencia no risco do câncer de mama?

Influencia muito. Sedentarismo, consumo de álcool, obesidade e alimentação inadequada aumentam o risco. Já a prática regular de exercícios e uma dieta equilibrada ajudam na prevenção.

O câncer de mama pode ser prevenido?

Não existe prevenção total, mas é possível reduzir bastante o risco adotando hábitos saudáveis, evitando álcool, mantendo peso adequado e fazendo acompanhamento médico regular.

Quais sinais e sintomas devo observar?

Caroços, mudanças no formato da mama, alterações na pele, secreção anormal pelo mamilo e dor persistente devem ser avaliados por um médico o quanto antes.

Quando devo começar a fazer mamografia?

Segundo o Ministério da Saúde, mulheres a partir dos 40 anos já podem ser avaliadas para rastreamento. Para quem tem alto risco, o médico pode indicar exames mais cedo.

Conheça o Dr. Felipe Andrade

Mastologista Dr. Felipe Andrade

O Dr. Felipe Andrade é um médico mastologista graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da USP. 

O doutor é Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e Especialista em Mastologia pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).

Ele também é membro titular da American Society of Breast Surgeons (ASBrS) e sócio-titular da Sociedade Brasileira de Mastologia. 

Com Doutorado em Ciências da Saúde pelo Hospital Sírio-Libanês, seu foco de pesquisa é a qualidade do tratamento do câncer de mama. 

Além de sua atuação na Mastologia, também atua na área de Ginecologia para oferecer uma assistência integral e especializada à saúde da mulher.

Atualmente, o Dr. Felipe  Andrade atua como Mastologista Titular no Centro de Oncologia do Einstein Hospital Israelita e realiza seus atendimentos no Centro de Oncologia do hospital e na Unidade Jardins do Einstein Hospital Israelita.

Além disso, atua em sua clínica privada, a Clínica FEMA, localizada no bairro Indianópolis, São Paulo SP.

Conheça mais sobre seu trabalho no perfil do Instagram @cancerdemamaonline.

O Dr. Felipe Andrade está comprometido em fornecer informações médicas precisas sobre as condições mamárias. Para tornar certos temas mais acessíveis, ele pode recorrer ao uso de termos populares.

Embora possam ser inadequados em relação à terminologia médica correta, este recurso visa capacitar a população com conhecimento e facilitar o diálogo com os profissionais de saúde.

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